DACAR - O Cavaleiro da Dinamarca - Ricardo Sequeira, Diogo Gomes, Catarina Mendes, Ana Francisco, Ana Batista.
 
Sexta-feira, 6 de Abril de 2007
Menção Honrosa


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Segunda-feira, 5 de Março de 2007
Palavras Cruzadas
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sentimo-nos: Confiantes

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Quiz Interactivo

Clica aqui para fazer um questionário sobre Sophia, depois de teres lido a reportagem.


sentimo-nos: Esperamos Ganhar

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Faz Este Puzzle com a Fotografia de Sophia


 




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Sábado, 3 de Março de 2007
Entrevista


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Segunda-feira, 26 de Fevereiro de 2007
Slide
 


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Sábado, 24 de Fevereiro de 2007
Reportagem

     Sophia de Mello Breyner Andresen

DACAR

     A escritora e tradutora Sophia de Mello Breyner Andresen nasceu no Porto,a seis de Novembro, de 1919.  A sua infância e adolescência foram vividas  no  Porto, onde estudou no Colégio do Sagrado Coração de Maria, e em Lisboa, onde frequentou o curso de Filologia Clássica, que não acabou.

     As suas férias eram passadas na Praia da Granja, perto de Espinho, onde os Mello Breyner Andresen alugavam, todos os anos, uma grande casa.

     Sophia casou com o jornalista e advogado Francisco Sousa Tavares, foi viver para Lisboa para a Travessa das Mónicas e teve cinco filhos: Isabel, Maria, Miguel, Sofia e Xavier.

     A sua mãe era uma grande leitora e repreendia-a por achar que ela lia pouco, mas Sophia defendia-se, dizendo: "Sou escritora, não sou leitora". Aos doze anos já escrevia mais do que lia. Foi com o avô Thomaz que Sophia se introduziu na poesia, antes de saber ler.

      Na sua terra natal, em 1944,  a escritora publicou o seu primeiro livro, chamado "Poesia" Escreve poesia, prosa, teatro, crónicas e traduz textos de autores estrangeiros. Toda a obra poética está reunida em três volumes. Sophia ganhou o Grande Prémio de Poesia da Sociedade Portuguesa de Escritores, em 1964, o Prémio Camões, em 1999 e o Prémio Max Jacob, para a Poesia Estrangeira, em 2001.

     A escritora fundou a "Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos"e a sua intervenção cívica foi marcante, mesmo após a Revolução de Abril, de 1974.

     No primeiro de Maio, do ano da revolução, os portugueses puderam celebrar, em liberdade, o Dia do Trabalhador e Sophia proferiu, a propósito deste acontecimento: "A poesia está na rua".

     Profundamente mediterrânica, a linguagem poética de Sophia de Mello Breyner denota, para além da cultura clássica da autora e da sua paixão pela cultura grega, a pureza e a transparência da palavra, na sua relação da linguagem com as coisas, a luminosidade de um mundo, onde o intelecto e o ritmo se harmonizam de forma melódica, perfeita. A sua obra cativa leitores de todas as idades.

         O mar é um tema recorrente na obra da autora, através do qual revela uma sensibilidade literária majestosa. A paisagem sobressai da sua obra. É atraída pelo campo, pela cidade, pela praia…

     Luz, verticalidade e magia estão sempre presentes na obra da escritora, tanto na obra poética, como na importante obra para crianças que, inicialmente destinada aos seus cinco filhos, rapidamente se transformou em clássico da literatura infantil, em Portugal, marcando sucessivas gerações de jovens leitores com títulos como "O Rapaz de Bronze", "A Fada Oriana", "o Cavaleiro da Dinamarca" ou "A Menina do Mar".  

            Sophia cresceu com a Natureza e com a Poesia, num ambiente saudável e luminoso, de uma felicidade «nua e inteira». Foi uma voz da liberdade, imprescindível para olhar o Mundo, para o analisar, para o sentir   na sua obra, sempre com a esperança de um «dia inteiro e limpo», que haveria de acontecer no seu país.

Fontes: Livro de Língua Portuguesa de oitavo ano: "Com Todas as Letras"

Sophia de Mello Breyner Andresen,http://www.mulheres-ps20.ipp.pt/SophiaMBreyner.htm, acedida em 24/02/2007



publicado por DACAR às 13:23
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Quinta-feira, 15 de Fevereiro de 2007
Entrevista Virtual a Sophia de Mello Breyner


publicado por DACAR às 20:45
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Entrevista Virtual a Sophia de Mello Breyner

A nossa entrevistada é uma figura de reconhecido mérito no panorama literário português.

 

Entrevistador: Onde Nasceu?

Sophia: Nasci e cresci no Porto, a 6 de Novembro de 1919, na quinta do Campo Alegre, numa casa enorme, com muitos irmãos, primos, tios e avós, numa casa com um grande parque.

Entrevistador: Qual a origem do nome Andresen?

Sophia: Andresen vem do meu bisavô Jan Henrik, que veio da Dinamarca para o Porto, no século passado.

Entrevistador: Por que razão o seu bisavô veio da Dinamarca para o Porto?

Sophia: Veio para entrar nos negócios de navegações e vinhos.

Entrevistador: Em que colégio estudou?

Sophia: Estudei no Colégio do Sagrado Coração de Maria, no Porto. Aí permaneci dezassete anos e depois fui para Lisboa para a Faculdade de Letras, estudar Filologia Clássica.

Entrevistador: Acabou o curso de Filologia Clássica?

Sophia: Não, eu não acabei. Desisti e voltei para o Porto.

Entrevistador: E as suas férias como eram passadas?

Sophia: As minhas férias eram passadas na praia, principalmente na praia da Granja, ao lado de Espinho, onde a minha família alugava uma grande casa, todos os anos.

Entrevistador: Quando publicou o seu primeiro livro?

Sophia: Publiquei o meu primeiro livro, chamado “Poesia”, em 1944, quando tinha vinte e cinco anos.

Entrevistador: Onde é que vive desde que deixou o Porto?

Sophia: Vim viver para Lisboa, para a Travessa das Mónicas.

Entrevistador: É verdade que na sua infância “desfolhava pétalas de rosas”, enquanto escrevia?

Sophia: Sim, eu ia ao jardim da minha avó, colhia rosas, trazia-as para o meu quarto, colocava-as numa jarra em frente à janela e, quando estava a escrever, ia desfolhando e trincando as folhas.

Entrevistador: Conte-nos uma memória do seu passado…

Sophia: Lembro-me muito bem de um dia, depois de um espectáculo, ao entrar em casa encontrei Cinatti, sentado no chão com uma arquinha aberta, rodeado dos meus cinco filhos.

Entrevistador: Que nomes deu aos seus filhos?

Sophia: Os meus cinco filhos chamam-se: Isabel, Maria, Miguel, Sofia e Xavier.

Entrevistador: Que conselho daria a um aluno de oitavo ano que queira iniciar-se no mundo da escrita?

Sophia Antes de eu ser escritora, eu era “contadora de histórias” aos meus filhos, quando eram obrigados a ficar em casa, por estarem doentes. Não há uma fórmula mágica para se escrever. As histórias e a forma de as contar devem surgir espontaneamente.

 

Enfim, “Juntos habitaremos a substância do tempo”. Sophia, uma força da Natureza, um vulto que permanecerá entre nós.



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Quarta-feira, 7 de Fevereiro de 2007
Clã


publicado por DACAR às 21:34
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Sábado, 3 de Fevereiro de 2007
Traduções da Autora

A Anunciação de Maria, de Paul Claudel, Paris, Aster, 1962.

O Purgatório, de Dante, Lisboa, Minotauro, 1962.

"A Hera", "A última noite faz-se estrela e noite" (Vasko Popa); "Às cinzas", "Canto LI", "Canto LXVI" (Pierre Emmanuel); "imagens morrendo no gesto da", "Gosto de te encontrar nas cidades estrangeiras" (Edouard Maunick), O Tempo e o Modo, nº 22, 1964.

Muito Barulho por Nada, de William Shakespeare (inédito), [1964].

Hamlet, de William Shakespeare, Porto, Lello, 1965.

"Os reis Magos", tradução de um poema do Eré Frene, Colóquio - Revista de Artes e Letras, nº 43, 1967.

Quatre Poètes Portugais: Camões, Cesário Verde, Mário de Sá-Carneiro, Fernando Pessoa, 2ª ed., Lisboa, Presses Universitaires de France e Fundação Calouste Gulbenkian, 1970.

A Vida Quotidiana no Tempo de Homero, de Émile Mireaux, Lisboa, Livros do Brasil, s.d. [1979].

Ser Feliz, de Leif Kristianson, Lisboa, Presença, 1980.

Um Amigo, de Leif Kristianson, Lisboa, Presença, 1981.

Medeia, de Eurípedes (inédito) [199-].

URL: http://www.citi.pt/citi_2005_trabs/raquel_caldas/vida_obra/obra/traducoes.htm, acedida em 09/02/2007



publicado por DACAR às 22:31
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Obras Publicadas

Poesia

Poesia, Coimbra, ed. da autora (3ª ed., Lisboa, Ática, 1975), 1944.

Dia do Mar, Lisboa, Ática, 1947.

Coral, Porto, Livraria Simões Lopes (2ª ed., ilustrada por Escada, Lisboa, Portugália,1968, 3ª ed., s.l., s.d.), 1950.

Tempo Dividido, Lisboa, Guimarães Editores, 1954.

Mar Novo, Lisboa, Guimarães Editores, 1958.

Cristo Cigano, ilustrado por Júlio Pomar, s.l., Minotauro (2ª ed., Lisboa, Moraes, 1978), 1961.

Livro Sexto, s.l. [Lisboa], Salamandra, 1962.

Geografia, Lisboa, Ática (3ª ed., Lisboa, Salamandra), 1967.

Antologia, Lisboa, Portugália (5ª ed., aumentada com prefácio de Eduardo Lourenço, Porto, Figueinhas), 1968.

Grades - Antologia de Poemas de Resistência, Lisboa, Publicações D. Quixote, 1970.

11 Poemas, Lisboa, Movimento, 1971.

Dual, Lisboa, Moraes Editores (3ª ed., Lisboa, Salamandra, 1986), 1972.

O Nome das Coisas, Lisboa, Moraes Editores (2ª ed., Lisboa, Salamandra, 1986), 1977.

Poemas Escolhidos, Lisboa, Círculo de Leitores, 1981.

Navegações, Lisboa, Imprensa Nacional Casa da Moeda (2ª ed., Lisboa, Caminho), 1983.

No Tempo e Mar Novo, 2ª ed., revista e ampliada, Lisboa, Salamandra, 1985.

Antologia, Porto, Figueirinhas, 1985.

Ilhas, Lisboa, Texto Editora, 1989.

Obra Poética, vol. I, Lisboa, Caminho, 1990.

Obra Poética, vol. II, Lisboa, Caminho, 1991.

Obra Poética, vol. III, Lisboa, Caminho, 1991.

Obra Poética I, Lisboa, Círculo de Leitores, 1992.

Obra Poética II, Lisboa, Círculo de Leitores, 1992.

Musa, Lisboa, Caminho, 1994.

Signo - Escolha de Poemas, Lisboa, Casa Pessoa, 1994.

O Búzio de Cós e Outros Poemas, Lisboa, Caminho, 1997.

 Prosa

Rapaz de Bronze, Lisboa, Minotauro (2ª ed., Lisboa, Moraes, 1978), 1956.

Menina do Mar, Porto, Figueirinhas (17ªed., 1984), 1958.

A Fada Oriana, Porto, Figueirinhas (l2ªed., 1983), 1958.

Noite de Natal, Lisboa, Ática, 1960.

Contos Exemplares, Lisboa, Moraes (23ªed., prefácio de António Ferreira Gomes, Porto, Figueirinhas, 1990), 1962.

Cavaleiro da Dinamarca, Porto, Figueirinhas (21ª ed., 1984), 1964.

Os Três Reis do Oriente, desenhos de Manuel Lapa, s.l., Estúdio Cor, 1965.

Floresta, Porto, Figueirinhas (16ª ed., 1983), 1968.

Tesouro, Porto, Figueirinhas, 1978.

Contos: 1979, ilust. de Vieira da Silva, Lisboa, Galeria São Mamede, 1979.

Histórias da Terra e do Mar, Lisboa, Salamandra (3ªed., Lisboa, Texto Editora, 1989), 1984.

Árvore, Porto, Figueirinhas (3ª ed., 1987), 1985.

Era Uma Vez Uma Praia Lusitana, Lisboa, Expo 98, 1997.

 Ensaio

"A poesia de Cecíla Meireles", Cidade Nova, 4ª série, nº 6, Novembro, 1956.

"Poesia e Realidade", Colóquio - Revista de Artes e Letras, nº 8, 1960.

"Hölderlin ou o lugar do poeta", Jornal de Comércio, 30 de Dez., 1967.

O Nu na Antiguidade Clássica, (col. O Nu e a Arte) Lisboa, Estúdios Cor (2ª ed., Lisboa, Portugália; 3ªed. [revista], Lisboa, Caminho, 1992), 1975.

"Torga, os homens e a terra", Boletim da Secretaria de Estado da Cultura, Dezembro, 1976.

"Luís de Camões. Ensombramentos e Descobrimentos", Cadernos de Literatura, nº 5, 1980.

"A escrita (poesia)", Estudos Italianos em Portugal, nº 45/47, 1982/1984.

URL: http://www.citi.pt/citi_2005_trabs/raquel_caldas/vida_obra/obra.htm, acedida em 09/02/2007



publicado por DACAR às 22:26
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Quarta-feira, 31 de Janeiro de 2007
Sophia de Mello Breyner Andresen

URL: http://www.salesianos.pt/images/notev/sophia208.jpg, acedida em 09/02/2007


 

URL: http://pwp.netcabo.pt/johny/gintonico/sophia.jpg, acedida em 09/02/2007


 

URL: http://tulipsarebetter.blogs.sapo.pt/arquivo/Sophia%20de%20Mello%20Breyner%20Andersen-thumb.jpg, acedida em 09/02/2007

 



publicado por DACAR às 20:15
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Biografia
Sophia de Mello Breyner Andresen
Nasceu no Porto no dia 6 de Novembro, de 1919 e faleceu em Lisboa, no dia 2 de Julho de 2004.
A sua infância e juventude decorreram na cidade do Porto e na Praia da Granja.  Frequentou o curso de Filologia Clássica na Universidade de Lisboa, mas não chegou a terminá-lo. Casou com o jornalista Francisco Sousa Tavares e teve cinco filhos, que a motivaram para a escrita de contos infantis. Elementos naturais como o mar e os pinhais foram, notoriamente, uma fonte de inspiração para versar temas como o Amor e a Tragicidade da Vida. A sua formação, com raízes na cultura da  Grécia Antiga, seduziu Sophia para o passado, mas com os olhos postos no futuro, sempre atenta aos problemas sociais do Homem e do Mundo. A sua obra revestiu-se de um cariz social e político, pronta a denunciar a opressão, as desigualdades e as injustiças, tudo o que osfuscava a beleza da Vida. Foi galardoada com vários prémios, entre os quais o Prémio Camões, em 1999.

URL da Imagem: http://www.letralia.com, acedida em 09/02/2007



publicado por DACAR às 18:55
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"O Cavaleiro da Dinamarca"

É um livro de Sophia, editado em Portugal em 1964

Esta narrativa conta a história de um homem que vivia com a sua família numa floresta da Dinamarca. Em plena noite de Natal, enquanto ceavam, participou aos familiares que iria em peregrinação à Terra Santa, terras onde Cristo nascera, pelo que, dali a um ano não se encontraria ali, em família. O reencontro ocorreria só dali a dois anos. Na Primavera seguinte partiu e com a ajuda divina, chegou muito antes do Natal, à Palestina, onde visitou todos os locais sagrados relacionados com a vida de Jesus. Na viagem de regresso, uma fortiísima tempestade quase destruiu o barco em que viajava, tendo permanecido em Itália. Aqui conheceu várias cidades: Ravenna, Veneza, Florença, Génova, onde contraiu amizades, nomeadamente com o Mercador de Veneza, que lhe contou a encantadora história de amor de Vanina e Guidobaldo, de Giotto e Dante,... Apesar dos contratempos que encontrou na viagem, chega à floresta onde vivia e os anjos iluminaram-lhe o caminho até à sua casa, conduzindo-o ao calor do seu lar e ao aconchego da sua família. A sua casa  estava,magistralmente, iluminada e, ainda hoje, o Natal de todos os povos é revestido da mesma luminosidade que envolveu a casa do cavaleiro.

URL da imagem: http://www.malhatlantica.pt/netescola/lportuguesa/edi%E7%E3o.jpg, acedida em 09/02/2007



publicado por DACAR às 18:12
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